segunda-feira, 14 de maio de 2012

Malditos Flanelinhas por Ferrez

14/04/2012 Malditos Flanelinhas Malditos Flanelinhas.(Especial para o Blog) No dia 9 de Maio, a polícia Civil prendeu 53 flanelinhas e três cambistas em ação realizada nas imediações do Estadio Paulo Machado de Carvalho, o Pacaembu, na capital. segundo a polícia alguns foram detidos com passagem policial. Logo depois no dia 11, Alckmin falou sobre a determinação dada a secretaria de segurança para coibir as atividades dos flanelinhas em todos os médios e grandes eventos de São Paulo, seja esportivos ou não. E também disse que existem casos de extorsão por parte dos flanelinhas. Alckmin comunicou que a polícia está preparada para proteger a população. Eu vi a matéria do dia 9 na TV e termina com a prisão de um vendedor de hot-dog, que trabalhava no próprio carro, vendendo lanche perto do estádio, o rapaz que não tinha passagem, nem nunca se envolveu em nada ilícito, terminava a matéria dizendo - eu posso até estar errado, mas é o único modo que encontrei de trabalho. Vamos as realidades da vida, coisa que Alckmin e essa politicada toda da Família, Terra e Propriedade parecem não conhecer. LEIA NA ÍNTEGRA NO BLOG DO FERREZ http://ferrez.blogspot.com.br/

sexta-feira, 27 de abril de 2012

sexta-feira, 20 de abril de 2012

FALTA DE RESPEITO COM O SER HUMANO REINA NA PREFEITURA DE SÃO PAULO

Marina Tranjan


Caros,

Na última quinta-feira, meu grupo, que está ensaiando na Sé, presenciou a cena relatada abaixo.

Resolvemos nos mobilizar em algumas direções - estamos em contato com a Defensoria Pública, estamos buscando brechas na imprensa...
E esse email faz parte de uma dessas tentativas: divulgar para o maior número de pessoas possível.

Anexei também um vídeo do que conseguimos filmar. Infelizmente, não tem quase nada da ação em si (o que nos ajudaria bastante com a Defensoria), mas, junto ao relato, dá pra ter uma idéia...

Um abraço,

Marina

ps: sugestões de caminhos de mobilização, ou de outras pessoas ques estejam batalhando nesse sentido, são muito bem-vindas!

Relato sobre a ação da Guarda Civil Metropolitana, em conjunto com a Subprefeitura da Sé

Nós, integrantes do grupo de teatro Companhia Auto-Retrato, presenciamos às 10hs da manhã do dia 12 de abril de 2012, na Praça da Sé, um conjunto formado por Guardas Civis Metropolitanos (GCM) e funcionários da Subprefeitura da Sé promovendo a apreensão de objetos pessoais de algumas das pessoas que ali estavam: sacos, sacolas, bolsas, roupas. Aparentemente, o critério para a tomada dos objetos, das mãos de seus donos, era o fato destes pertencerem a pessoas que supostamente não têm residência.

Diante da resistência por parte dos donos dos objetos, houve resposta truculenta da GCM, que deu continuidade à ação ao lado de uma equipe uniformizada da Subprefeitura da Sé, munida de luvas e máscaras.

Quando questionado por um dos integrantes da Companhia, o comandante da ação, que se apresentou como Sérgio, alegou que o procedimento fazia parte de um contexto maior de ações coordenadas pela prefeitura, e citou o exemplo da Polícia Militar, que estava encarregada de retirar os objetos guardados nas bocas de lobo, dentro de um processo de “limpeza da cidade”. Reiteramos que testemunhamos objetos sendo retirados sobretudo das mãos das pessoas, e não apenas objetos dispostos no chão ou dentro de bueiros. Nos parece claro que a questão não se refere à limpeza física dos bueiros ou do passeio público, e sim a um processo consciente de gentrificação. À resposta evasiva do comandante, somou-se sua orientação para que procurássemos a Subprefeitura da Sé para esclarecimentos sobre o decreto que estabelece esse procedimento.

Em menos de dez minutos, dois caminhões foram plenamente abastecidos com objetos pessoais. Mesmo sob protestos de moradores de rua e demais munícipes que, de passagem, se mostravam abismados com a natureza e com a violência da ação, os funcionários da Subprefeitura e da GCM não nos informaram com precisão qual seria o destino dos objetos apreendidos. A resposta foi, mais uma vez, evasiva.
Na conversa que tivemos com os Guardas Civis e com pessoas que estavam na praça fomos informados de que essa ação acontece frequentemente, em dias e horários alternados, em vários espaços públicos do centro da cidade de São Pa ulo.

Dois dos integrantes da Companhia, seguindo as orientações da GCM, foram à Subprefeitura da Sé. Conduzidos por diversos setores diferentes, obtiveram a informação de que o responsável pelo procedimento não se encontrava no prédio. Eles chegaram, então, à assessoria jurídica, onde foram informados da existência do Decreto 50448, de 2009, que define como função das Subprefeituras e da GCM garantir a possibilidade de livre circulação no espaço público e fornecer assistência social (esse decreto e suas posteriores alterações estão disponíveis na internet: http://www3.prefeitura.sp.gov.br/cadlem/secretarias/negocios_juridicos/cadlem/integra.asp?alt=26022009D%20504480000)[1].

O procedimento correto, segundo o assessor jurídico, seria o encaminhamento dos moradores de rua para abrigos e, seus pertences, guardados em embalagens lacradas – cujos contralacres seriam entregues aos proprietários, para que pudessem retirá-los no lugar onde fossem armazenados.

Independentemente da discussão que se pode fazer a respeito do teor do decreto, o que testemunhamos claramente não corresponde ao seu conteúdo. Os objetos pessoais eram simplesmente jogados nos caminhões e não eram dadas, aos seus donos, informações de se e como eles poderiam ser recuperados. A opinião geral de quem acompanhou a ação era de que tudo aquilo seria jogado em algum lixão.

Nós, da Companhia Auto-Retrato, acreditamos que essa ação corresponde a uma grave violação aos direitos dos cidadãos anônimos que estavam na praça, que tiveram seus bens confiscados sem qualquer justificativa nem possibilidade de defesa. Tão inquietante quanto isso é a questão que fica: que critérios serviram de fundamento para a escolha das pessoas que tiveram seus bens confiscados?

Companhia Auto-Retrato

Segue o link para o vídeo:

http://www.youtube.com/watch?v=GaNo4tAbcRo&feature=youtu.be


[1] DECRETO Nº 50.448, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2009: Dispõe sobre a reorganização da Guarda Civil Metropolitana – GCM, vinculada à Secretaria Municipal de Segurança Urbana.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

VII FÓRUM DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

http://viiforumeducacaoambiental.org.br/


O Fórum Brasileiro de Educação Ambiental é o mais importante evento da Educação Ambiental no país. A sua sétima edição acontece em Salvador, Bahia, entre os dias 28 e 31 de março de 2012 com o tema Educação Ambiental: Rumo a Rio +20 e às Sociedades Sustentáveis.

A principal base do VII FÓRUM Brasileiro de Educação Ambiental é a reunião dos educadores ambientais que compõem a Rede Brasileira de Educação Ambiental (REBEA) e seu fortalecimento.

O Fórum incentiva e difunde a cultura de organização em padrão rede, proporcionando experiências e conhecimentos que fortaleçam sua compreensão e prática. Ao mesmo tempo em que apresenta o campo da Educação Ambiental para novos militantes e educadores, incentiva a reflexão crítica para aqueles que nele atuam a partir da sociedade civil, do mercado e do Estado.

O Tratado de Educação Ambiental para as Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global é o documento de princípios da REBEA e inspira a ação dos educadores ambientais articulados em rede. Avaliar sua inserção na educação ambiental brasileira é um dos objetivos centrais do VII Fórum, assim como contribuir para avaliação e fortalecimento da Política Nacional de Educação Ambiental.

Os temas da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável – RIO+20 - economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza e a governança global internacional para o desenvolvimento sustentável – serão exaustivamente debatidos no dia 30 de março.

As apresentações de pesquisas e de experiências em Educação Ambiental, junto com as vivências criam oportunidades de diálogos e de expressão da diversidade.

A ampla programação construída nas dimensões “ambiental, social, cultural, econômica e visão de mundo”, como formato de mesas redondas, fóruns, rodas de conversa, openspace, café social, minicursos, painéis, oficinas, jornadas temáticas, encontros paralelos, trilha da vida, atividades culturais, vídeos no Ecocine, poesias, artes, danças e com a produção de documentos que serão referência para atuação no campo socioambiental.

Com esta ampla abordagem, contemplando diversos segmentos da sociedade brasileira, o Fórum oferece espaço de grande visibilidade e disseminação da imagem institucional dos participantes, provocando impactos positivos e concretos.

EPAJUMA

II ENCONTRO PAULISTA DE JUVENTUDES E MEIO AMBIENTE





COMECE A PARTICIPAR!

sábado, 3 de setembro de 2011

VIVA OS MOMENTOS, VIVA A VIDA!!!!!!!

Hoje cedo procurando uns filmes emprestados para a Ro acabei vendo algumas fotos de quase 11 anos atrás, nossa quantos momentos, quantas viagens, quanta gente, amigas e amigos, alunos e alunas, pessoas que foram outras que passaram e outras que estão comigo compartilhando alegrias e batalhas. Como é bom olhar fotos impressas, com o olhar buscamos os detalhes das fotos, dos lugares, das pessoas, sorrisos e caras sérias. Olhando bem se perguntamos, mas quem é fulano, quem é Ciclano rsrsrsrs quem tá com quem, xiiiiiiiii descasou, ah quanto amor nas fotos...Lugares, lindos que se eu pudesse levaria tanta gente para conhecer melhor, pra entender melhor como as cavernas no Vale do Ribeira. Viagens com alunos que se tornaram amigos...Isso é bom demais. O Petar distante e perto, como serão que estão seu Francisco e Dona Maria e seus 8 filhos, moradores de lá desde os seus familiares mais antigos. Juréia de Iguape, as barracas voavam com o vento do litoral. O bar do Quino nem existe mais...agora lá vive lotado e na época éramos só nos e os jundus rsrsrs. Blumenau, Santa Catarina Bombinhas, Serra Negra, Trindade Rj, São Tomé das Letras ão João Del Rey MG, Salvador, Tacaratu PE, Taquarana Al,Chamada Diamantina e Chapada dos Veadeiros, Petar e mais Petar, entre outros lugares e pessoas... Quantas cachoeiras no Brasil se chamam Véu de Noiva?Só eu conheci umas 5. Encontrei também fotos dos meus primeiros trabalhos em Heliópolis, 2003, eu e várias educadoras em um processo de formação para a nova CEI (Centro de Educ. Infantil) Girassol, a empolgação das moradoras e educadoras ao serem as primeiras a implantar uma nova creche para a comunidade, muitas saíram outras estão lá na luta diária. E no meio disso tudo encontrei um papel dentro de um álbum que diz assim: "O que é felicidade? Cada um tem a sua ou as suas definições. Mas o que de fato se sabe é que existem apenas momentos felizes. Seria bom, portanto, que se vivesse intensamente estes instantes sem ficar se perturbando com coisas contrárias, por exemplo: se estiver amando, que ame sem ter a preocupação de que amanhã poderá perder o amor dessa pessoa. Se estiver vibrando com a vitória de sua equipe, ou de algumas pessoas, vibre com entusiasmo, sem ficar imaginando que amanhã ela poderá sofrer uma derrota. Ser feliz é saber aproveitar os bons momentos da vida. Infelizmente muitas pessoas deixam de viver o esplendor da primavera porque pensam demais nos rigores do próximo inverno. Viva o seu dia, somente isto, e você perceberá que no dia de hoje tudo sairá melhor que ontem e que o amanhã será ainda mais brilhante que o hoje." (emprestado o livro de José Alberto - Otimismo)
Por isso sinta e viva cada dia com felicidade, mesmo nos desafios e a sua primavera, verão, outono, inverno se tornarão intensamente especiais...abrace, beije, sorria, viva a vida!!!!!!!!! bjos ótimos dias ....

sábado, 23 de julho de 2011

São Bernardo do Campo na contra mão!

Destino inadequado do lixo doméstico

Prefeitura de São Bernardo na contra mão da história.

Enquanto Governo Federal prega a reciclagem, prefeitura de São Bernardo

quer queimar o lixo e provocar doenças

22.07.2011

Catadores de material reciclável e ambientalistas

do ABC protestam contra incineradora de lixo em São Bernardo,

verdadeira fábrica de doenças

Rua Marechal Deodoro assistiu manifestação contra usina incineradora de lixo que provoca câncer. Composição do lixo brasileiro (úmido demais) emite gases tóxicos como dioxinas e furanos e provoca câncer num raio de 10 km. A maior umidade presente no lixo brasileiro proporciona a emissão de poluentes como dióxido de carbono e ozônio na baixa atmosfera e aumenta a incidência de câncer num raio de 10 km da usina incineradora, de acordo com pesquisa científica realizada pelo Departamento de Epidemiologia, Serviço Regional de Saúde Região do Lazio, da Itália, e da Divisão de Epidemiologia, Saúde Pública e Atenção Primária do Colégio Imperial, de Londres. Algumas regiões tem baixa capacidade de dispersão atmosférica devido a sua formação geológica.

E mais: a última aferição do ar realizado pela CETESB, em junho de 2010, indicou que a qualidade do ar está no nível “saturada sério”, ou seja, com índices de toxinas no ar acima dos níveis exigidos.

Por falta de mercado na Europa fabricantes “empurram” usinas para países do 3º Mundo onde a corrupção prospera.

Movimentos ambientalistas internacionais alertam para as ações das empresas fabricantes de equipamentos de incineração de lixo dirigidas aos mercados da América Latina e África, face às dificuldades cada vez maiores que encontram nos mercados europeus. As populações da Inglaterra e da Holanda, por exemplo, não admitem mais a ampliação destas matrizes energéticas. “Os países que optaram por incineração do lixo são em geral países com pouco espaço de aterros e grande porcentagem de resíduos não orgânicos, de difícil compactação e redução de volume. A opção pelos incineradores é regional porque uma única cidade dificilmente produziria o volume de lixo necessário para manter a temperatura de um incinerador deste tipo, que é de no mínimo de 300 toneladas dia [de lixo]”, afirmou Delma Vidal, pesquisadora do ITA sobre tecnologias para aterros sanitários e membro do COMAM.

Para o ambientalista Vicente Cioffi, “há claramente um lobby que vem avançando para a viabilização destas matrizes energéticas poluidoras que já foram rejeitadas no primeiro mundo”.

Em suma, as termelétricas alimentadas tanto por gás natural quanto por lixo representam riscos para a saúde da população.

No caso das usinas alimentadas por queima de lixo, elas emitem gases tóxicos como dioxinas e furanos, considerada até mais prejudiciais do que o urânio e o plutônio, caso haja variações na temperatura do forno. É inadmissível falta de transparência e de debate em relação a assunto tão sério.

Gestores públicos são papagaios de pirata.

Quando questionados alguns gestores públicos sem o mínimo conhecimento só abrem a boca para falar besteira, como: “Em nossa cidade a nossa administração fiscalizará a chaminé do incinerador 24 horas por dia”.

O maior absurdo é que alguns porta vozes governamentais estão na administração pública quando muito há 2 anos e meio e isso não os qualificam para uma opinião séria.
Texto do Blog do Contreras.

Agência Brasil - 21/07/2011

Catadores de material reciclável protestam contra incineradora em São Bernardo
Flávia Albuquerque - Repórter da Agência Brasil

São Paulo – Integrantes do Movimento Nacional dos Catadores de Material Reciclável de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, fizeram hoje (21) uma manifestação na Praça da Matriz da cidade e protocolaram uma ação no fórum municipal por causa da intenção da prefeitura de instalar um incinerador de lixo no município. De acordo com representantes dos manifestantes, na cidade há duas cooperativas que empregam 85 pessoas que se beneficiam da coleta seletiva.

Segundo uma das catadoras e membro da equipe de articulação do movimento em São Bernardo do Campo, Maria Mônica da Silva, o incinerador vai causar problemas de poluição para o ambiente da região. “Nós somos contra isso porque agride o meio ambiente. Queimando os resíduos terão que extrair novos recursos naturais para produzir mais matéria-prima. Se não cuidarmos do planeta agora não sabemos como vai ficar daqui a anos”.

Além do impacto ambiental, Mônica da Silva também destacou os prejuízos sociais com a medida, principalmente com o futuro dos catadores, que com o incinerador não terão como coletar e vender o material reciclável. “Os catadores já fazem parte da sociedade. Com o incinerador serão eliminados postos de trabalho que a reciclagem gera. Nós geramos e movemos a economia local. Colocamos essa pessoas de volta à sociedade. Se tem queima de resíduos, diminui bastante a quantidade de trabalhadores”.

A prefeitura de São Bernardo do Campo foi procurada para explicar o projeto, mas até o fechamento da matéria não havia respondido à Agência Brasil.